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POLÍTICA ELEIÇÕES 2022

Lula amplia vantagem sobre Bolsonaro em 2º turno e mantém crescimento

Avaliação negativa de Bolsonaro subiu para 54%. Ele também perderia para Ciro Gomes

17/08/2021 15h16
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Por: Redação Fonte: Correio 24h
Fotos: Arquivo AFP
Fotos: Arquivo AFP

Pesquisa XP/Ipespe deste mês de agosto aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou vantagem contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em eventual segundo turno da eleição presidencial. Com 51% das intenções de voto, o petista abriu 19 pontos percentuais de vantagem sobre Bolsonaro, que registrou 32% da preferência. Brancos e nulos totalizaram 19%.

Na rodada anterior, a vantagem era de 49% a 35%. É a quinta pesquisa em que o ex-presidente petista repete a tendência de alta – ele tinha 25% em março, quando seu nome voltou a ser testado. Para o levantamento de agosto, foram realizadas 1.000 entrevistas, de abrangência nacional, de 11 a 14 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.

No 1º cenário considerado de primeiro turno, o petista tem 40% das intenções de voto no 1º turno (eram 38% na pesquisa anterior), enquanto Jair Bolsonaro marca 24% (eram 26%). 

Cenário 1:

  • Lula: 40%

  • Jair Bolsonaro: 24%

  • Ciro Gomes: 10%

  • Sergio Moro: 9%

  • Luiz Henrique Mandetta: 4%

  • Eduardo Leite: 4%

Cenário 2:

  • Lula: 37%

  • Bolsonaro: 28%

  • Ciro Gomes: 11%

  • João Doria: 5%

  • José Luiz Datena: 5%

  • Rodrigo Pacheco: 1%

Ciro Gomes também derrotaria Bolsonaro no 2º turno (44% a 32%). Sergio Moro (36% a 30%), João Doria (37% a 35%), Mandetta (38% a 34%) e Eduardo Leite (35% a 33%) aparecem numericamente à frente de Bolsonaro, mas em empate técnico, já que a margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A nova pesquisa também revela  a manutenção da queda de popularidade do governo Bolsonaro. Depois de chegar a 52% de “ruim e péssimo” na rodada de julho, a pesquisa de agosto mostra agora que são 54% os entrevistados que consideram negativa a gestão de Bolsonaro na Presidência da República.

A fatia de entrevistados que considera o governo regular caiu de 25%, no mês passado, para 23% agora. Os que consideram o governo “bom ou ótimo” são 20%. Eram 21% no mês passado. Outros 2% não opinaram.

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